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As expectativas são boas, e o mercado que começou a respirar em 2019, promete ter sua ascensão, agora em 2020.
Chegamos ao final do ano e não tem jeito, já ficamos na expectativa do que esperar daqui para frente. No ramo imobiliário não poderia ser diferente, por sorte para sanar essas dúvidas, temos especialistas que já possuem uma prévia do que está por vir.
Sendo assim, veja abaixo as expectativas de alguns dos nomes mais importantes do setor:
Começamos por Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) que está positivo a respeito, ele informa que com o crédito imobiliário crescendo, o setor só tende a aumentar seu crescimento cada vez mais.

“A recuperação é clara, nosso indicador mensal que analisa os lançamentos, vendas e ofertas dos imóveis mostram que as empresas estão mais seguras para investirem e o poder de compra dos consumidores está subindo,  e isso se deu a partir da queda dos juros e das novas opções de financiamento imobiliário”.

França afirma ainda, que os lançamentos já estão voltando ao patamar de antes da crise, assim como também as vendas.

Celso Petrucci economista-chefe do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) diz que a expectativa do mercado imobiliário em 2020 é de que os juros permaneçam baixos, menores que 5%, e que o crédito imobiliário com recursos da poupança cresça de 25 a 30%.

“Espera-se que em 2020 o mercado continue crescendo no Brasil, algo em torno de 10 a 15%. São Paulo foi o estado que mais cresceu este ano, tendo 70% em lançamentos e 60% em vendas. Acredito que ano que vem seja de crescimento para outros mercados, que ainda estão aquém disso. Sendo elas regiões norte, nordeste, centro-oeste além de outras capitais do Sudeste e algumas cidades do Sul” afirma.

O economista Daniel Poit, consultor de planejamento e professor universitário, já possui uma opinião um pouco diferente. Para ele a redução de juros e os novos financiamentos criaram um otimismo no setor, por outro lado, a estagnação de investimentos na área pública não ajuda na retomada das atividades.

“Creio numa leve elevação, de 2% em 2020. O motivo é a redução na renda média do trabalhador brasileiro, o que impede que ele tenha acesso aos investimentos e capacidade de honrar financiamentos”, detalha o especialista.

“A situação poderia melhorar mais rápido se o poder público ajudasse. diz . “A instabilidade política, de diretrizes econômicas, e a espera de que o Congresso seja mais célere nas suas decisões e nas votações dos projetos de reforma, principalmente Tributária, podem dificultar o cenário. Mesmo assim afirma estar otimista em relação a 2020”.

Uma informação que pode contribuir para essa expectativa são dados relevantes sobre o (PIB) produto interno bruto da construção civil, que fechará 2019 interrompendo a série de cinco anos em queda. O crescimento foi de (1,3%) e espera- se que em 2020 cresça pelo menos, 3%.

Dessa forma o ano que vem promete ser muito bom para o setor, a boa notícia é que para quem estava inseguro no quesito investimento na área, já pode começar a mudar de ideia e planejar seus empreendimentos desde já.

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Categorias: Notícias

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